quarta-feira, 11 de abril de 2012

Aconteceu na casa Espírita



Aconteceu na Casa Espírita
Sempre que o orgulho, a vaidade, a língua viperina e a intolerância adentrarem os Templos Espíritas, estarão abrindo brechas aos adversários do amor, tumultuando a obra do Cristo.
Mensagem psicografada por Emanuel Cristiano.
Aconselhando o Médium
Ao iniciar a Reunião Mediúnica, Espíritos amigos organizam os necessitados programados para o intercambio.
Constantino, um dos médiuns dedicados, promove-se o desdobramento para a conversa e trabalhos edificantes. Constantino recebe mensagens singelas, mas que trazem respeitáveis instruções, calcadas em Jesus e Kardec.
Os mentores espirituais advertem que as mensagens recebidas não são privilégios do médium e sim dos espíritos superiores. Prevenindo-o, pois os adversários do bem desejam aniquilar a luz que ilumina consciências. Será preciso firmeza na vigilância e na oração.
Muitas pessoas trarão elogios, constituindo um dos mais graves obstáculos na mediunidade. Evita sempre e se não puderes, reporta os méritos ao criador contentando-te, somente, com estimulo à continuidade da tarefa.
Outros te solicitarão provas sobre a imortalidade da alma, exigindo mensagens de amigos e parentes desencarnados. Nossa proposta é com simplicidade e pelo menos por ora, em linhas gerais, o senhor não autoriza este correio.
Diante disto, age sempre com honestidade, dizendo que estas questões estão nas mãos dos amigos espirituais.
Os médiuns que tem a produção mediúnica divulgada assumem um compromisso moral junto as leis universais e a falta da vivência dos ensinamentos superiores acarreta conseqüências dolorosas para o medianeiro.
Serás tentado, nas tendências e dificuldades mais intimas, pelos adversários da causa Cristã, unúmeras vezes, mas a providencia divina te concedeu os livros da codificação para quesuporte e venças.Os mentores auxiliam o médium para que tenha paciência coma a vida te lançar pedras, caminhando com humildade para que não lhe falte proteção e amparo.
Em estranha cidade do plano espiritual infeiror, congregavam-se espíritos obsessores com as mais perversas intenções.
Reuniam-se em sombria praça, traçavam diretrizes de perseguições e destruição de respeitável instituição espírita.
Os recém desencarnados em desequilíbrio eram presas fáceis para a prática do mal.
Havia-se um chefe com o nome de Julio César que comandava os espíritos, escravizando-os ao trabalho para o mal.
Julio César incentivava o comparsa Gonçalves a infiltrar-se a uma grande Casa Espírita para a destruição que a muito tempo trabalhava para esse fim.
Era uma multidão de espíritos fanáticos a ouvi-lo. Verdadeira falange de adversários da bondade se apresentou diante do líder perverso, anunciando-o na transmissão destas terríveis orientações. Um relatório enfatizando que cerca de 2.500 espíritos foram arrancados de vosso comando e se converteram ao nazareno, com auxilio da mediunidade falante, do diálogo enganador e da interferência dos emissários do bem.
Isso tudo o incomodava pela melhora de centenas de pessoas encarnadas que se curaram de processos obsessivos e não era mais presa para os adversários do bem.
Assim eles planejavam a destruição trabalhando silenciosamente, ocultamente no campo dos sentimentos sugerindo pensamentos, estimulando as irritações, o ciúmes, a fofoca, a indignação, os melindres, a disputa de cargos, funções, tarefas etc. aproveitaremos as brechas deixadas por muitos trabalhadores, quando muitos se envolve com problemas materiais, esquecem de se vigiar, cultivando o pessimismo, a irritação, os palavrões, etc. entrando em nossa faixa vibratória, sem se lembrarem das orações que poderia nos afastar completamente afastando com isso nossos propósitos.
Seguindo a reunião mediúnica comunicou Joana, uma das cooperadoras do centro espírita. Acabamos de socorrer um espírito desequilibrado que prestava serviços a extensa turba de obsessores, espíritos esses que faziam parte da falange de Julio César. A Casa Espírita estava sendo ameaçada.
O mentor amigo, afirmou, ele carrega ódio terrível pelo nosso movimento, não suporta as obras benemerentes de promoção à infância que executamos na terra, os enfermos atendidos pelos médicos voluntários, os inúmeros beneficiados pela nossa farmácia, etc. além de nossa intensa e organizada atividade doutrinária.
Assim o mentor orienta o dirigente da Casa espírita Castro que tenha confiança e fé, que ele está sobre proteção e assim o alerta que os espíritos adversários do bem desejarão atingi-lo através dos cooperadores e freqüentadores invigilantes que endereçarão palavras duras a fim de cortar-te qual navalha afiada, o coração generoso.
Gonçalves a serviço de seu subordinado iria começar por Márcia Boaventura responsável pelo atendimento fraterno, verdadeiro exemplo de cristã dedicada sem oferecer brecha aos trabalhadores do mal, pegando o vosso marido, avesso ao espiritismo, evangélico carregando na mente a idéia que a doutrina espirita é coisa do diabo.
Vamos atormentá-la, envolvendo o seu marido para fazer verdadeiro inferno a sua vida, até que ela abandone as tarefas e ai adeus à afabilidade e a doçura. Assim seu marido tornou-se fanático doando toda economia doméstica a igreja, perturbando a vida financeira e a convivência familiar. Para que ela fosse obrigada a trabalhar para suprir as necessidades básicas, afastando-a definitivamente das tarefas no Centro espírita, assim dariam o desestruturamento do atendimento fraterno.
Os espíritos comandados por Julio César envolviam o pastor a pregar para doarem tudo o que recebiam para deus. Eram literalmente os falsos profetas anunciados por Jesus.
Julio César, ladeando o porta-voz de Mamom, fortalecia-o no discurso mentiroso.
Com isso passistas movidos pelo orgulho e vaidade foram sendo instrumentos na mão de Julio césar, dando brecha para a destruição da casa espírita.
Dada a reunião, o benfeitor disse a Gonçalves, meu filho não estamos na condição de Juizes implacáveis, não queremos que nos tenha na conta de adversários, desejamos estar unidos no amor de Deus, nosso Pai. Foi amparado, doutrinado para refletir, foi lhe mostrado suas vidas sucessivas para que ele refletisse, fez enxergar que ele mesmo se prendia a eternas torturas até que enxergasse o amor, a compreensão e o perdão são nossos mecanismos de trabalho na seara do bem. Pediu a ele que consultasse sua própria consciência.
O obsessor saiu emocionado, contudo, orgulho e vaidade impediam-no de transformar-se intimamente naquela hora.
Houve-se muitos dissabores no centro espírita por médiuns invigilantes, deixar- se levar por pensamentos indestrutíveis e atitudes.
Com muita disciplina e paciência a casa espírita voltou a ter harmonia entre a equipe que sempre trabalhou para a seara do bem.
Castro prosseguia bastante preocupado, por mais que desejasse manter a calma e o bom senso, constantemente era irritado pelos próprios companheiros que deixavam envolver pelos inimigos da verdade.
Dos dez espíritos perseguidores que o envolviam a mando de Julio César com o intuito de prejudicar as atividades do centro espírita, somente cinco continuavam com o processo destruidor.
Com tudo Julio César sentiu-se sozinho, mas entidades respeitáveis se interessam por ele particularmente. Do mais alto partem ordens “Nenhuma ovelha do senhor será perdida.”
Chegado o momento, a reunião se deu para resgatar a alma em desalinho de Julio César.
Tal era o seu ódio, pois seu progenitor era o fundador da Casa espírita, culpava o seu pai por ele estar nas trevas, pois toda à atenção era para a doutrina. Nisso uma luz intensa se abriu e Julio césar reconheceu seu pai e o excomungou, achando que vosso pai iria vibrar com sua derrota, disse ele. Não filho, nunca! Vim para dizer-te do meu amor, tu sabes Julinho que nunca te faltou o afago amigo, as orientações paternas! Quantas vezes te incentivamos a praticar o bem, tua rebeldia não te permitia ingressar nas tarefas superiores. Vim para dizer-te que a tua felicidade é a minha também e que compartilho igualmente das tuas dores. Meu coração só encontrará paz no dia em que puder unir-se ao teu a fim de vivenciarmos juntos a mensagem de Cristo. Assim o arrependimento se deu e Julio Cesar finalmente se entregou a corrente do bem.
Antonio, representante espiritual daquele grupo espírita, ajudou o resgate de Julio Cesar das trevas da ignorância.
As entidades amigas envolveram-se num abraço emocionado e partiram para planos maiores, a fim de tecerem os detalhes do retorno de Antonio, deixando para trás um rastro de luz e sincera emoção.
Os pais do convertido desejaram pronunciar palavras de louvor ao emissário do bem, no que foram imediatamente interrompidos desta maneira:
- Agradecemos a deus a oportunidade de cooperação no reergui mento dos nossos irmãos e na continuidade do nosso progresso sob as bênçãos do espiritismo.
Servir e amar o próximo em qualquer plano é privilégio para a mente iluminada pelo Cristianismo.
Resumo do livro aconteceu na Casa espírita.

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